01/11/2009

Etiquetas da Levi’s em campanha social

A partir do ano que vem, as etiquetas nas roupas da Levi’s virão com uma recomendação a mais - doar a peça quando ela não estiver mais em uso - marcada com um destaque abaixo. A campanha é uma parceria com a organizaçao Goodwill e busca dar um fim mais adequado aos bilhões de quilos de vestuário que acabam parando nos lixões todos os anos.levis

A novidade poderá ser vista a partir de janeiro nos EUA e mais tarde em escala global.

in: http://promoview.com.br - 31/10/2009 - 7:10

ENTREVISTA COM CONRADO ADOLPHO - AUTOR DO LIVRO "GOOGLE MARKETING"


Conrado Adolpho é publicitário digital, palestrante, consultor e especialista em estratégias de marketing na internet. Diretor da Publiweb Marketing Digital, é formado em marketing e pós-graduado em economia. É autor do livro “Google Marketing”, o livro nacional de marketing mais vendido do país em 2008.

Conheça um pouco mais sobre Conrado Adolpho em uma entrevista exclusiva que ele concedeu ao Blog ADM Marketing Digital.









1.Você poderia nos falar sobre a sua experiência em Marketing Digital:
Inicialmente, é importante ressaltar que antes de descobrir o marketing digital, descobri a internet como fenômeno social. Sempre me encantou o poder que a web tem de planificar o mundo, como diz Thomas Friedman em seu best-seller. A capacidade que a internet nos traz de democratizar o conhecimento, desintermediar as transações e gerar uma disrupção na economia atual baseada em escassez para um nova economia baseada na abundância. Foi isso que me atraiu inicialmente na internet - a capacidade de mudar o mundo.
Depois de descobrir a internet como fenômeno social comecei a estudá-la como ferramenta de melhor distribuição de renda uma vez que renda, atualmente, é informação, e informação é o motor da internet. Isso naturalmente me levou para o marketing digital, como uma particularização da teoria econômica por detrás da rede.
Uma vez que estava estudando o marketing digital, sendo formado em marketing e pós-graduado em economia, fundei uma agência de marketing digital chamada Publiweb. Com a agência sempre busquei auxiliar empresas de todos os portes a desenvolverem-se melhor por meio de ferramentas interativas. Iniciei esse trabalho quando, no Brasil, a internet ainda era uma grande promessa, mas não uma realidade, há 5 anos.
Atualmente, todos sabem que a Internet não é um modismo, é uma poderosa ferramenta. Uma maneira de aumentar sua parcela de mercado frente à enorme velocidade com que as coisas acontecem.

2.Webmarketing é apenas para grandes empresas?
Webmarketing, ou, como prefiro, marketing digital (web é a internet pelo computador, somente. Excluem-se daí os celulares - digital abrange muitas outras ferramentas para as quais a internet irá migrar, como celulares e tvs digitais) é para todo tipo de empresa.

A Internet não é mais uma mídia como muitos dizem. Internet é um ambiente em que pessoas se comunicam, se divertem, se informam e compram. Falar que a internet é um ambiente, e não uma mídia, faz com que ela tenha a mesma capacidade de absorção de empresas do mundo offline - absorção total.
Assim como empresas micro e pequenas empresas, a médias e grandes estão no ambiente offline, também podem estar no online. O marketing digital é só uma consequência disso. Portanto, o marketing digital é talhado tanto para empresas pequenas quanto para empresas grandes.

3.Encontrabilidade, o mercado realmente entende este conceito?
Não entende. A encontrabilidade é um conceito tão abstrato quanto o próprio conceito de marketing é. Para pensarmos no porquê da necessidade da encontrabilidade temos que pensar primeiramente na pulverização do mercado atual. Há tantos nichos, um mosaico de minorias espalhados pelo espaço, que não se torna mais possível mirar em todos.
Uma teoria que desenvolvi junto a um outro profissional, Raphael Feliz, aborda o grau de atividade do consumidor (se quiser saber mais, há um artigo meu no site Mundo do Marketing sobre isso). Essa teoria mostra que o consumidor hoje é muito mais ativo do que era há anos atrás. Isto faz com as empresas possam aproveitar tal atividade do consumidor por meio do conceito de encontrabilidade. Aproveitar-se desse grau de atividade só é possível se as empresas se tornarem mais fáceis de serem encontradas do que suas concorrentes.
A corrida não é mais sobre quem anuncia mais, mas sim, quem é encontrado primeiro por meio de um buscador ou citações e opiniões em redes sociais. É um conceito que se traduz facilmente por meio do marketing de buscas, mas traz em si muito mais ideias e conhecimentos a respeito do consumidor.

4. Atualmente, ser um empreendedor digital é possível com pouco capital?
Sim. A lógica da internet inverte a lógica tradicional da economia da escassez. Antes era muito difícil ser um empreendedor com pouco capital porque os recursos sempre foram limitados, logo, só quem tinha capital o suficiente para pagar mais por um recurso o obteria. Entenda por recurso uma página de revista, um anúncio de jornal, um ponto comercial.
Com a internet, porém, temos a abundância em termos de recursos baseados em informação. O valor para se ter um espaço no ambiente interativo é próximo de zero. É o capital para se investir em uma hospedagem de um site, ou ainda, ter um blog gratuito. O recurso de divulgação é também barato o suficiente para ser comprado por qualquer um. Tal recurso pode ser um anúncio em que se paga por clique, interagir com consumidores em um fórum ou em uma rede social.
Na economia da informação, cada vez mais o capital é a própria informação. Se um empreendedor souber trabalhar bem com a nova lógica baseada em bits, ele poderá ser um grande empreendedor aplicando muito pouco capital em seu negócio.

5. O Livro Google Marketing é o livro nacional de marketing mais vendido do país.Como foi construído este case?
O mérito do livro foi muito devido a dois fatores, primeiramente, à falta de literatura nacional no mercado, o que naturalmente gerou uma sobre-demanda pelo livro. Com um maior número de autores escrevendo sobre o tema, isso tende a diminuir e as vendas tendem a se pulverizar entre as outras obras. Fico feliz por ter, de alguma forma, aberto espaço para esses autores provando que tal literatura é muito demandada pelo mercado.
O segundo motivo deveu-se à divulgação que os próprios leitores fizeram na internet. O boca-a-boca gerado pelo livro foi o principal motor para que ele fosse tão vendido.

6. Existe uma certa “confusão” em relação as funções dos agentes de mercado na Internet. Agências de propaganda, produtoras web, agências digitais, profissionais de SEO, web designers, assessoria de imprensa e outros; como “acomodar” esta variedade de players no negócio do marketing digital sem perder a qualidade?

Estamos vivendo uma era de turbulências e crises de identidades corporativas. Livrarias começam a vender filmes por streamming (Saraiva Digital), operadoras de telefonia provendo acesso à internet junto com provedores de acesso TV fechada, mecanismos de busca entrando no mercado de publicidade, jornalistas se transformando em veículos via Twitter. Todo mundo hoje invade o espaço de todo mundo. O problema é que muitos desses players não tem muita consciência de como fazer o trabalho do outro.
Não sei se é possível, uma vez que tal crise de identidade corporativa já começou, impedirmos que continue. Certamente passaremos por um período de perda de qualidade e empresas fazendo coisas demais, para depois cairmos no que Gartner chama de calha da desilusão, para somente a partir daí chegarmos a um equilíbrio e uma definição de papéis.
Muitas empresas quebraram e muitas surgirão e se tornarão impérios a partir do nada. O capital hoje é muito volátil. Passa de uma mão para outra muito rapidamente. Na época em que estamos, o cenário mudou, mas as regras, não. Isso irá gerar muita confusão e dúvidas. Só o tempo dirá o que de fato irá acontecer com tais empresas.

7. Ou a empresa está no Google ou não existe na Internet?
Cada vez mais. Costumo dizer, porém, que se Roma caiu, não há império sobre a Terra que sobreviva eternamente. O Google certamente sabe disso e por isso inova o tempo todo e põe tal questão como estratégica. Caso a empresa não se reinvente a todo momento, não consegue sobreviver ao tempo. Por enquanto, porém, o Google e seus diversos sites, que detém um terço do tempo de navegação do brasileiro, é uma potência que não pode ser desprezada. O mantra é "estou no Google, logo existo".

8. Nos fale um pouco sobre o treinamento “Google Marketing”, que agora, no dia 17 de Outubro, tem uma edição em São Paulo.
O treinamento dará todos os passos que uma empresa deve seguir para que tenha sucesso na internet, desde pesquisar o seu mercado até mensurar os resultados de suas ações. Serão 8 horas do treinamento mais intenso e aprofundado do segmento. Essa será a terceira edição e os participantes que assistiram aos anteriores aumentaram o faturamento e a lucratividade de suas empresas em pouco tempo, o que prova que o treinamento paga-se facilmente.
Há participantes, inclusive que fizeram as duas primeiras edições e irão voltar para fazer essa mais uma vez. Para não perderem nada.
O treinamento falará de forma prática, utilizando muitos exemplos, como que uma empresa deve atuar de modo a aumentar seu tráfego por meio do Google, fidelizar seu cliente através de e-mail marketing, gerar uma imagem mais sólida de credibilidade a partir de um trabalho sólido em redes sociais, como construir seu site com ferramentas persuasivas para aumentar a taxa de conversão de visitas em vendas e mostrará como mensurar resultados por meio do Google Analytics para ajustar suas estratégias para as próximas ações de marketing digital.

9. Qual a sua sugestão para o empresário que tem como objetivo ter um ação de marketing digital vencedora?
Existem muitas sugestões, mas a principal é aprender profundamente a trabalhar com o Google e suas ferramentas. É preciso saber pesquisar hábitos de consumo dos clientes, mas também saber como que um site pode se colocar na primeira página do Google para captar tais consumidores. É preciso saber montar sua "plataforma interativa de negócios", que é como eu costumo denominar sites para tentar diferenciar tal plataforma de um site "cartão de visitas".
É preciso que o empresário entenda como o capital hoje é intelectual e não tanto monetário. A informação manda na economia e isso é uma vantagem para aqueles que compreenderam tal lição.
É importante saber contratar um fornecedor que entenda de fato trabalhar com internet. Vivemos em uma época em que o ruído é tão grande que se torna difícil reconhecer quem é o profissional e quem é o amador. O empresário tem que saber conversar de igual para igual com a sua agência online, senão corre o risco de não ter o seu trabalho feito com toda a qualidade que deveria.
Muitas agências são muito amadoras. Entendem de tecnologia, mas não entendem de marketing. Quando entendem de marketing, não entendem de conteúdo (parte fundamental da internet hoje). Quando entendem de tecnologia e marketing não entendem o que significa de verdade a tal da "web 2.0" e apenas fingem que trabalham com ela.
É preciso que o empresário entenda o conceito por trás da Internet e porque a lógica atual está invertida com relação à dita velha economia. Quem puder ler o meu livro, Google Marketing, deve fazê-lo, pois tenho certeza de que ele ajudará o leitor a se situar melhor nesse novo mundo.

Espero que tenha ajudado.
Grande abraço.
Conrado Adolpho

In: 04.10.09

Africa do Sul pode abrir as portas ao agronegócio brasileiro

África do Sul: país ainda pouco explorado pelos produtos brasileiros .

O formando em Administração da ULBRA, Stephen Carswell, focou seu trabalho de conclusão (TCC) nas relações internacionais para ajudar uma indústria gaúcha a vender a um país ainda pouco explorado: a África do Sul.


O conceito de marketing muitas vezes é distorcido pelo público em geral. No entanto, a questão passa a se tornar preocupante quando a empresa quer ampliar o seu negócio e não tem o correto conhecimento do que é marketing, colaboradores preparados ou, pior, receio de prospectar mercados.

O resultado é o projeto que, se implantado, vai garantir 20% a mais no faturamento da empresa brasileira. Em breve ele embarca para o Reino Unido, onde deixou mais de 500 concorrentes para trás e faturou a bolsa de estudos na Leeds University, uma das maiores faculdades de negócios do mundo.


O TCC foi um desafio para esse irlandês de nascimento, que ainda criança veio com os pais morar no Rio Grande do Sul. A característica centrada do britânico pode ter sido um aliado no desenvolvimento do trabalho, pois já de saída Stephen nem imaginava qual empresa serviria de “cobaia”.

Após o apoio de uma consultoria, chegou à pequena indústria do interior gaúcho, fabricante de peças para tratores e implementos agrícolas. O segundo passo foi convencer seus gestores a abrir as portas para a pesquisa.


A ÁFRICA VAI PLANTAR MAIS - Com a permissão, Stephen fez um complexo estudo da empresa, seus clientes e diagnosticou um plano de marketing internacional. Se ela já exportava seus produtos para alguns países da Europa e América Latina, então onde estaria o novo mercado? O “insight” não demorou: África do Sul! “Há investimentos e a agricultura vem crescendo por lá. É um mercado com grande potencial e ainda pouco explorado”, comenta. Para ter essa certeza, o aluno da ULBRA passou a investigar profundamente o país da Copa de 2010. Entre os aspectos verificados estão a legislação e as características socioeconômicas do país.


Stephen descobriu a carência no setor agrícola, após contatos com africanos ligados ao segmento, distribuidores de peças e fabricantes de máquinas e implementos. A partir desse levantamento, propôs um plano de marketing, que passa pela capacitação do quadro funcional da empresa gaúcha e posterior participação em feiras na África do Sul, desenvolvimento de site, folderes e outras ferramentas de divulgação. Após implementado, o projeto resultaria no acréscimo de 20% ao faturamento dos brasileiros.


MESTRADO NA INGLATERRA – Mesmo satisfeito com a pesquisa e a conclusão do curso de Administração, Stephen quer aprender mais. Ele lamenta a inexistência de graduações brasileiras focadas em Marketing Internacional e deve retornar à Grã-Bretanha em algumas semanas.

Entretanto, não irá para uma costumeira visita aos parentes irlandeses, mas sim à Inglaterra, onde na Ledds University obteve bolsa de estudos em uma das principais pós-graduações do gênero no mundo.


A universidade britânica atrai 75 novos alunos a cada ano de países como China, Chipre, França, Gana, Grécia, Hong Kong, Índia, Japão, Jordânia, Coréia, Rússia, Taiwan, Turquia, Ucrânia e Reino Unido.


Stephen se diz grato ao conhecimento adquirido na ULBRA e reivindica maior atenção das autoridades à educação no Brasil. “Na Europa nós começamos o ensino fundamental aos quatro anos e de maneira integral, com aulas de manhã e a à tarde”, comenta.


Ele diz ter estranhado no início, ao se deparar com colegas de mais idade. “Aqui, por questões socioeconomicas, grande parte das pessoas só consegue obter formação superior mais tarde”, lamenta. Stephen vai começar o mestrado com apenas 21 anos. Muitos mercados ainda vão ser explorados por ele. Isso é marketing.


Fonte: ACS Canoas - Imprensa Ulbra

24/10/2009

Os filhotes do Google

Empresas especializadas em marketing de busca crescem na esteira do sucesso do buscador e brigam por um mercado estimado em mais de R$ 500 milhões

Ralphe Manzoni Jr.

Na manhã da segundafeira 19, o executivo Marcelo Sant´Iago publicou no seu Twitter: "Big day today" (Hoje é um grande dia, numa tradução literal). Horas depois, era comunicado ao mercado que a MídiaClick, empresa que comanda, estava sendo adquirida pela iProspect, companhia do segmento do mercado de marketing de busca, pertencente ao grupo inglês Isobar, o mesmo que comprou a AgênciaClick em março de 2007. Ela está presente em mais de 22 países.

Com a aquisição, abre o seu primeiro escritório na América Latina. Preste atenção neste outro fato: Roberto Grosman tinha o emprego dos sonhos. Era funcionário de uma das empresas mais admiradas do mundo e comandava a rede de parceiros de conteúdo do Google na América Latina. Depois de dois anos trabalhando na companhia, Grosman a deixou, em 2008, para voltar para a F.biz, empresa que ajudara a criar no começo de 2001. "Achei uma oportunidade para fazer a empresa crescer", diz ele.

US$ 5,1 bilhões foi o valor gasto em busca nos EUA no primeiro semestre de 2009, de acordo com a PricewaterhouseCoopers

A MídiaClick e a F.biz fazem parte de uma nova geração de empresas que crescem na esteira do sucesso do Google e de outros buscadores, como o Bing, da Microsoft. São agências digitais especializadas em gerenciar e administrar campanhas de links patrocinados e de entender como o Google classifica os seus resultados de buscas.

"O Google, os portais, o e-mail e o Orkut são os maiores geradores de tráfego da internet brasileira", afirma José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, empresa que mede a audiência da web no País. É por este motivo que uma das modalidades que mais crescem na publicidade online são os anúncios em buscas. No primeiro semestre de 2009, nos EUA , de cada US $ 100, US $ 47 foram para publicidade em busca, de acordo com dados da Price-waterhouseCoopers, o que representou US $ 5,1 bilhões em investimentos.

No Brasil, as informações são incompletas. De janeiro a junho, a publicidade online arrecadou quase R$ 400 milhões, segundo o projeto Inter-Meios. O problema é que estes dados deixam de fora o Google, que não revela seus números. Especialistas do segmento ouvidos por DINHEIRO estimam que o faturamento anual do Google seja de aproximadamente R$ 500 milhões. Esta é a fatia pela qual brigam as agências de marketing de busca.

E elas têm se multiplicado rapidamente. Veja o caso da Mídia Digital, uma das maiores empresas do segmento. Ela negocia e administra R$ 60 milhões por ano em campanhas de links patrocinados de seus clientes. "Desde 2004, estamos crescendo a taxas anuais de 90%", diz Guilherme Gomide, fundador e presidente da companhia.

A expansão foi tão grande que o executivo criou há pouco mais de 18 meses a i-Cherry, uma nova empresa só para atuar nesta área. "Não sentimos a crise", declara Alexandre Kavinski, CEO da i-Cherry, um dos pioneiros de marketing de busca no Brasil. Não é diferente com a Cadastra, empresa criada por Thiago Bacchin, em Porto Alegre (RS), em 2000, quando a forma mais comum para aparecer no resultado de um site de busca era cadastrá-lo nos diversos mecanismos existentes na época.

"Dobramos a quantidade de funcionários em 2009", diz o executivo. A área de marketing de busca da F.biz vai crescer 70% neste ano. "É muito fácil mostrar resultado", declara Roberto Grosman, que é sócio da empresa. E o que pode explicar este crescimento? "A internet é onde o consumidor está atualmente", afirma Carlos Alves, diretor de marca e de marketing digital para a América Latina do banco HSBC. "Se não atrairmos visitas aos nossos sites, estamos perdendo um grande volume de clientes."

É o que faz o site de leilões online MercadoLivre.com, que, segundo especialistas consultados pela DINHEIRO, é uma das empresas que mais investem em links patrocinados no Brasil. "Trabalhamos com mais de cinco milhões de palavras", afirma Helisson Lemos, diretor de marketing da companhia. Desde 2002, a empresa compra palavras-chaves no Google. Nos últimos três anos, o investimento cresceu 300%.

A aquisição da MídiaClick pela iProspect é um sinal de que o mercado brasileiro de buscas está aquecido. É também um indicativo de que outras empresas internacionais devem desembarcar no Brasil ao longo de 2010. Dominado por companhias nacionais, até agora apenas a Media Contacts, do grupo franco-espanhol Havas Digital, atuava no País.

Há mais sinais de fumaça no ar. A subsidiária local do Google é a que mais cresce no mundo. A previsão é de que aumente em 80% o seu faturamento em 2009, segundo dados revisados em maio pela empresa. Na próxima vez em que o site de sua empresa estiver com número baixo de visitas ou de vendas, saiba que é a hora de procurar um novo rumo. Na internet, você já sabe onde encontrar.

IstoÉ Dinheiro

24.10.09

15/10/2009

Marketing do bem

Barrichello ganha apoio corintiano assumido, piloto terá patrocínio da Batavo, que será revertido a instituto que mantém

Como parte de um roteiro já esperado, Rubens Barrichello, em sua primeira aparição pública em solo brasileiro, exibiu ontem o capacete com o qual vai disputar o GP do Brasil, neste fim de semana. Em entrevista coletiva no Hotel Hyatt, em São Paulo, o brasileiro confirmou que correrá com o logo da Batavo, empresa alimentícia que vai patrociná-lo para esta prova. O piloto tem circulado pelos paddocks da F-1 com a camisa do Corinthians e acabou chamando a atenção da companhia, que também patrocina o clube.

O piloto explicou que a Batavo ofereceu o patrocínio. Parte do dinheiro arrecadado pelo apoio vai para o Instituto Barrichello Kanaan, que ajuda crianças pobres. "Na verdade, foi uma atitude espontânea. Todos sabem que eu sou corintiano, uso a camisa desde o fim de semana na Austrália, e ela me trouxe muita sorte. Então, fico lisonjeado pela parceria, ainda mais porque vamos ajudar uma criançada do IBK e isso é algo a que quero me dedicar quando eu parar de correr na F-1", disse

Esta é a quarta vez na temporada de 2009 que Rubens Barrichello apresenta um novo layout para o capacete que utiliza. O desenho, sugerido pelo filho de Rubinho, tem as laterais pintadas de branco e o topo de laranja.

Quinta-Feira, 15 de Outubro de 2009
www.gazetaderibeirao.com.br

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