16/11/2009

ViajaNet chega ao mercado com estratégia de marketing 100% digital

Agência de viagens online optou pelo investimento de 90% de sua verba em marketing online com o objetivo de mensurar minuciosamente a percepção de sua marca pelos internautas e segmentar ações de acordo com o perfil do público que almeja atingir.

Para movimentar e aquecer o setor de turismo online no país, a ViajaNet, agência de viagens online, lança sua marca e serviços no mercado e, para o trabalho de inserção, sustentação e fidelização junto ao e-consumidor, aposta 100% nas ações de marketing disseminadas no ambiente web e social media.

A agência, que recebeu investimento de R$ 4 milhões do fundo de investimentos TIT (Travel Internacional Technology), para serem utilizados ao longo de cinco anos, iniciou sua campanha de marketing com ferramentas como: mecanismos de busca, email marketing, sites comparadores de preços, serviço de rede de conteúdo do Google que indexa os anúncios da marca em portais segmentados de viagem, além da presença em redes sociais.

Um dos pilares do portal está baseado em ações de SEO (Search Engine Optimization), para maior alcance de público. A estratégia vai ao encontro de estar presente no momento da necessidade do internauta, quando este busca informações relacionadas a viagens e quer comprar suas passagens aéreas ou pacotes turísticos pela internet.

Para Alex Todres, um dos Sócios Fundadores do ViajaNet, o investimento em mecanismos de busca é fundamental. “Você conquista o usuário em um momento específico, em que ele é o responsável pela busca da informação, sem propaganda invasiva. Nesse caso, o ROI (Return on Investiment) tende a ser maior”.

Atualmente, 80% das visitas no portal são provenientes dos links patrocinados. Em 20 dias de operação, a agência já teve 100 mil visitantes únicos. A expectativa é chegar a oito milhões em um ano. “O tempo médio de visita tem surpreendido. Os internautas passam, em média, cinco minutos navegando no ViajaNet”, explica Todres. O site já recebe acessos internacionais de países como Portugal, Angola, EUA, entre outros. “O fato de estarmos na web possibilita uma capilaridade incrível”, avalia o executivo.

Para facilitar a comparação de preços ao consumidor, o ViajaNet também selou parceria com o Mundi, metabuscador que permite a pesquisa de preços de hotéis, passagens aéreas, entre outros e auxilia o usuário a avaliar os valores praticados pelas agências de viagens.

Em social media, a marca também está criando forte presença. Já possui uma página no twitterhttp://twitter.com/viajanet - com 660 seguidores, uma página no Facebook e atualmente produz um blog, cujo objetivo é gerar o máximo de interatividade.

Para impulsionar essa interação, o ViajaNet colocou no ar o Concurso Cultural “Viajando no Slogan” - www.viajandonoslogan.com.br -, com base no conceito web 2.0. A iniciativa premia o melhor slogan para sua marca criado pelos usuários que navegam em suas redes sociais. A ação visa interagir com os internautas e dá vazão a criatividade, uma vez que incentiva o público a gerar conteúdo para a marca.

Estamos num início de trabalho de inserção de marca. Estão previstos mais de R$ 1 milhão de reais que serão aplicados para as ações do ViajaNet junto ao mercado, e 90% dessa verba será totalmente dedicada as campanhas digitais”, completa Todres.

Para desenvolvimento de todas as ações digitais, o ViajaNet montou uma equipe interna, com profissionais especializados em marketing online e criação. “Isso permite um controle muito maior das campanhas. Os números são analisados internamente e conseguimos ter a visibilidade do ROI de maneira ágil e mudar a estratégia, caso precisemos, também com rapidez. A iniciativa nos dá um poder de resposta maior. Ganhamos agilidade, redução de custo e mantemos a segurança das informações”, garante Alex Todres.


Qui, 12 de Novembro de 2009 17:04

http://www.portaldapropaganda.com.br

Gap de cabeça pra baixo em ação de marketing

Para promover seu novo programa de fidelidade no Canadá, intitulado Sprize, a Gap deixou tudo de “cabeça pra baixo” em uma loja na Robson Street, em Vancouver. O mote da nova ação da marca é deixar o varejo “sem chão”. A logo da porta da loja e dois carros também ficaram de ponta cabeça.

Agora sobre o programa, funciona assim: depois que a peça que você comprou entrar em promoção, é lançado um crédito em sua conta, que pode ser usado na Banana Republic, Old Navy e na própria Gap.

Por Thales Sabino em 16.11.2009
http://finissimo.com.br

01/11/2009

Etiquetas da Levi’s em campanha social

A partir do ano que vem, as etiquetas nas roupas da Levi’s virão com uma recomendação a mais - doar a peça quando ela não estiver mais em uso - marcada com um destaque abaixo. A campanha é uma parceria com a organizaçao Goodwill e busca dar um fim mais adequado aos bilhões de quilos de vestuário que acabam parando nos lixões todos os anos.levis

A novidade poderá ser vista a partir de janeiro nos EUA e mais tarde em escala global.

in: http://promoview.com.br - 31/10/2009 - 7:10

ENTREVISTA COM CONRADO ADOLPHO - AUTOR DO LIVRO "GOOGLE MARKETING"


Conrado Adolpho é publicitário digital, palestrante, consultor e especialista em estratégias de marketing na internet. Diretor da Publiweb Marketing Digital, é formado em marketing e pós-graduado em economia. É autor do livro “Google Marketing”, o livro nacional de marketing mais vendido do país em 2008.

Conheça um pouco mais sobre Conrado Adolpho em uma entrevista exclusiva que ele concedeu ao Blog ADM Marketing Digital.









1.Você poderia nos falar sobre a sua experiência em Marketing Digital:
Inicialmente, é importante ressaltar que antes de descobrir o marketing digital, descobri a internet como fenômeno social. Sempre me encantou o poder que a web tem de planificar o mundo, como diz Thomas Friedman em seu best-seller. A capacidade que a internet nos traz de democratizar o conhecimento, desintermediar as transações e gerar uma disrupção na economia atual baseada em escassez para um nova economia baseada na abundância. Foi isso que me atraiu inicialmente na internet - a capacidade de mudar o mundo.
Depois de descobrir a internet como fenômeno social comecei a estudá-la como ferramenta de melhor distribuição de renda uma vez que renda, atualmente, é informação, e informação é o motor da internet. Isso naturalmente me levou para o marketing digital, como uma particularização da teoria econômica por detrás da rede.
Uma vez que estava estudando o marketing digital, sendo formado em marketing e pós-graduado em economia, fundei uma agência de marketing digital chamada Publiweb. Com a agência sempre busquei auxiliar empresas de todos os portes a desenvolverem-se melhor por meio de ferramentas interativas. Iniciei esse trabalho quando, no Brasil, a internet ainda era uma grande promessa, mas não uma realidade, há 5 anos.
Atualmente, todos sabem que a Internet não é um modismo, é uma poderosa ferramenta. Uma maneira de aumentar sua parcela de mercado frente à enorme velocidade com que as coisas acontecem.

2.Webmarketing é apenas para grandes empresas?
Webmarketing, ou, como prefiro, marketing digital (web é a internet pelo computador, somente. Excluem-se daí os celulares - digital abrange muitas outras ferramentas para as quais a internet irá migrar, como celulares e tvs digitais) é para todo tipo de empresa.

A Internet não é mais uma mídia como muitos dizem. Internet é um ambiente em que pessoas se comunicam, se divertem, se informam e compram. Falar que a internet é um ambiente, e não uma mídia, faz com que ela tenha a mesma capacidade de absorção de empresas do mundo offline - absorção total.
Assim como empresas micro e pequenas empresas, a médias e grandes estão no ambiente offline, também podem estar no online. O marketing digital é só uma consequência disso. Portanto, o marketing digital é talhado tanto para empresas pequenas quanto para empresas grandes.

3.Encontrabilidade, o mercado realmente entende este conceito?
Não entende. A encontrabilidade é um conceito tão abstrato quanto o próprio conceito de marketing é. Para pensarmos no porquê da necessidade da encontrabilidade temos que pensar primeiramente na pulverização do mercado atual. Há tantos nichos, um mosaico de minorias espalhados pelo espaço, que não se torna mais possível mirar em todos.
Uma teoria que desenvolvi junto a um outro profissional, Raphael Feliz, aborda o grau de atividade do consumidor (se quiser saber mais, há um artigo meu no site Mundo do Marketing sobre isso). Essa teoria mostra que o consumidor hoje é muito mais ativo do que era há anos atrás. Isto faz com as empresas possam aproveitar tal atividade do consumidor por meio do conceito de encontrabilidade. Aproveitar-se desse grau de atividade só é possível se as empresas se tornarem mais fáceis de serem encontradas do que suas concorrentes.
A corrida não é mais sobre quem anuncia mais, mas sim, quem é encontrado primeiro por meio de um buscador ou citações e opiniões em redes sociais. É um conceito que se traduz facilmente por meio do marketing de buscas, mas traz em si muito mais ideias e conhecimentos a respeito do consumidor.

4. Atualmente, ser um empreendedor digital é possível com pouco capital?
Sim. A lógica da internet inverte a lógica tradicional da economia da escassez. Antes era muito difícil ser um empreendedor com pouco capital porque os recursos sempre foram limitados, logo, só quem tinha capital o suficiente para pagar mais por um recurso o obteria. Entenda por recurso uma página de revista, um anúncio de jornal, um ponto comercial.
Com a internet, porém, temos a abundância em termos de recursos baseados em informação. O valor para se ter um espaço no ambiente interativo é próximo de zero. É o capital para se investir em uma hospedagem de um site, ou ainda, ter um blog gratuito. O recurso de divulgação é também barato o suficiente para ser comprado por qualquer um. Tal recurso pode ser um anúncio em que se paga por clique, interagir com consumidores em um fórum ou em uma rede social.
Na economia da informação, cada vez mais o capital é a própria informação. Se um empreendedor souber trabalhar bem com a nova lógica baseada em bits, ele poderá ser um grande empreendedor aplicando muito pouco capital em seu negócio.

5. O Livro Google Marketing é o livro nacional de marketing mais vendido do país.Como foi construído este case?
O mérito do livro foi muito devido a dois fatores, primeiramente, à falta de literatura nacional no mercado, o que naturalmente gerou uma sobre-demanda pelo livro. Com um maior número de autores escrevendo sobre o tema, isso tende a diminuir e as vendas tendem a se pulverizar entre as outras obras. Fico feliz por ter, de alguma forma, aberto espaço para esses autores provando que tal literatura é muito demandada pelo mercado.
O segundo motivo deveu-se à divulgação que os próprios leitores fizeram na internet. O boca-a-boca gerado pelo livro foi o principal motor para que ele fosse tão vendido.

6. Existe uma certa “confusão” em relação as funções dos agentes de mercado na Internet. Agências de propaganda, produtoras web, agências digitais, profissionais de SEO, web designers, assessoria de imprensa e outros; como “acomodar” esta variedade de players no negócio do marketing digital sem perder a qualidade?

Estamos vivendo uma era de turbulências e crises de identidades corporativas. Livrarias começam a vender filmes por streamming (Saraiva Digital), operadoras de telefonia provendo acesso à internet junto com provedores de acesso TV fechada, mecanismos de busca entrando no mercado de publicidade, jornalistas se transformando em veículos via Twitter. Todo mundo hoje invade o espaço de todo mundo. O problema é que muitos desses players não tem muita consciência de como fazer o trabalho do outro.
Não sei se é possível, uma vez que tal crise de identidade corporativa já começou, impedirmos que continue. Certamente passaremos por um período de perda de qualidade e empresas fazendo coisas demais, para depois cairmos no que Gartner chama de calha da desilusão, para somente a partir daí chegarmos a um equilíbrio e uma definição de papéis.
Muitas empresas quebraram e muitas surgirão e se tornarão impérios a partir do nada. O capital hoje é muito volátil. Passa de uma mão para outra muito rapidamente. Na época em que estamos, o cenário mudou, mas as regras, não. Isso irá gerar muita confusão e dúvidas. Só o tempo dirá o que de fato irá acontecer com tais empresas.

7. Ou a empresa está no Google ou não existe na Internet?
Cada vez mais. Costumo dizer, porém, que se Roma caiu, não há império sobre a Terra que sobreviva eternamente. O Google certamente sabe disso e por isso inova o tempo todo e põe tal questão como estratégica. Caso a empresa não se reinvente a todo momento, não consegue sobreviver ao tempo. Por enquanto, porém, o Google e seus diversos sites, que detém um terço do tempo de navegação do brasileiro, é uma potência que não pode ser desprezada. O mantra é "estou no Google, logo existo".

8. Nos fale um pouco sobre o treinamento “Google Marketing”, que agora, no dia 17 de Outubro, tem uma edição em São Paulo.
O treinamento dará todos os passos que uma empresa deve seguir para que tenha sucesso na internet, desde pesquisar o seu mercado até mensurar os resultados de suas ações. Serão 8 horas do treinamento mais intenso e aprofundado do segmento. Essa será a terceira edição e os participantes que assistiram aos anteriores aumentaram o faturamento e a lucratividade de suas empresas em pouco tempo, o que prova que o treinamento paga-se facilmente.
Há participantes, inclusive que fizeram as duas primeiras edições e irão voltar para fazer essa mais uma vez. Para não perderem nada.
O treinamento falará de forma prática, utilizando muitos exemplos, como que uma empresa deve atuar de modo a aumentar seu tráfego por meio do Google, fidelizar seu cliente através de e-mail marketing, gerar uma imagem mais sólida de credibilidade a partir de um trabalho sólido em redes sociais, como construir seu site com ferramentas persuasivas para aumentar a taxa de conversão de visitas em vendas e mostrará como mensurar resultados por meio do Google Analytics para ajustar suas estratégias para as próximas ações de marketing digital.

9. Qual a sua sugestão para o empresário que tem como objetivo ter um ação de marketing digital vencedora?
Existem muitas sugestões, mas a principal é aprender profundamente a trabalhar com o Google e suas ferramentas. É preciso saber pesquisar hábitos de consumo dos clientes, mas também saber como que um site pode se colocar na primeira página do Google para captar tais consumidores. É preciso saber montar sua "plataforma interativa de negócios", que é como eu costumo denominar sites para tentar diferenciar tal plataforma de um site "cartão de visitas".
É preciso que o empresário entenda como o capital hoje é intelectual e não tanto monetário. A informação manda na economia e isso é uma vantagem para aqueles que compreenderam tal lição.
É importante saber contratar um fornecedor que entenda de fato trabalhar com internet. Vivemos em uma época em que o ruído é tão grande que se torna difícil reconhecer quem é o profissional e quem é o amador. O empresário tem que saber conversar de igual para igual com a sua agência online, senão corre o risco de não ter o seu trabalho feito com toda a qualidade que deveria.
Muitas agências são muito amadoras. Entendem de tecnologia, mas não entendem de marketing. Quando entendem de marketing, não entendem de conteúdo (parte fundamental da internet hoje). Quando entendem de tecnologia e marketing não entendem o que significa de verdade a tal da "web 2.0" e apenas fingem que trabalham com ela.
É preciso que o empresário entenda o conceito por trás da Internet e porque a lógica atual está invertida com relação à dita velha economia. Quem puder ler o meu livro, Google Marketing, deve fazê-lo, pois tenho certeza de que ele ajudará o leitor a se situar melhor nesse novo mundo.

Espero que tenha ajudado.
Grande abraço.
Conrado Adolpho

In: 04.10.09

Africa do Sul pode abrir as portas ao agronegócio brasileiro

África do Sul: país ainda pouco explorado pelos produtos brasileiros .

O formando em Administração da ULBRA, Stephen Carswell, focou seu trabalho de conclusão (TCC) nas relações internacionais para ajudar uma indústria gaúcha a vender a um país ainda pouco explorado: a África do Sul.


O conceito de marketing muitas vezes é distorcido pelo público em geral. No entanto, a questão passa a se tornar preocupante quando a empresa quer ampliar o seu negócio e não tem o correto conhecimento do que é marketing, colaboradores preparados ou, pior, receio de prospectar mercados.

O resultado é o projeto que, se implantado, vai garantir 20% a mais no faturamento da empresa brasileira. Em breve ele embarca para o Reino Unido, onde deixou mais de 500 concorrentes para trás e faturou a bolsa de estudos na Leeds University, uma das maiores faculdades de negócios do mundo.


O TCC foi um desafio para esse irlandês de nascimento, que ainda criança veio com os pais morar no Rio Grande do Sul. A característica centrada do britânico pode ter sido um aliado no desenvolvimento do trabalho, pois já de saída Stephen nem imaginava qual empresa serviria de “cobaia”.

Após o apoio de uma consultoria, chegou à pequena indústria do interior gaúcho, fabricante de peças para tratores e implementos agrícolas. O segundo passo foi convencer seus gestores a abrir as portas para a pesquisa.


A ÁFRICA VAI PLANTAR MAIS - Com a permissão, Stephen fez um complexo estudo da empresa, seus clientes e diagnosticou um plano de marketing internacional. Se ela já exportava seus produtos para alguns países da Europa e América Latina, então onde estaria o novo mercado? O “insight” não demorou: África do Sul! “Há investimentos e a agricultura vem crescendo por lá. É um mercado com grande potencial e ainda pouco explorado”, comenta. Para ter essa certeza, o aluno da ULBRA passou a investigar profundamente o país da Copa de 2010. Entre os aspectos verificados estão a legislação e as características socioeconômicas do país.


Stephen descobriu a carência no setor agrícola, após contatos com africanos ligados ao segmento, distribuidores de peças e fabricantes de máquinas e implementos. A partir desse levantamento, propôs um plano de marketing, que passa pela capacitação do quadro funcional da empresa gaúcha e posterior participação em feiras na África do Sul, desenvolvimento de site, folderes e outras ferramentas de divulgação. Após implementado, o projeto resultaria no acréscimo de 20% ao faturamento dos brasileiros.


MESTRADO NA INGLATERRA – Mesmo satisfeito com a pesquisa e a conclusão do curso de Administração, Stephen quer aprender mais. Ele lamenta a inexistência de graduações brasileiras focadas em Marketing Internacional e deve retornar à Grã-Bretanha em algumas semanas.

Entretanto, não irá para uma costumeira visita aos parentes irlandeses, mas sim à Inglaterra, onde na Ledds University obteve bolsa de estudos em uma das principais pós-graduações do gênero no mundo.


A universidade britânica atrai 75 novos alunos a cada ano de países como China, Chipre, França, Gana, Grécia, Hong Kong, Índia, Japão, Jordânia, Coréia, Rússia, Taiwan, Turquia, Ucrânia e Reino Unido.


Stephen se diz grato ao conhecimento adquirido na ULBRA e reivindica maior atenção das autoridades à educação no Brasil. “Na Europa nós começamos o ensino fundamental aos quatro anos e de maneira integral, com aulas de manhã e a à tarde”, comenta.


Ele diz ter estranhado no início, ao se deparar com colegas de mais idade. “Aqui, por questões socioeconomicas, grande parte das pessoas só consegue obter formação superior mais tarde”, lamenta. Stephen vai começar o mestrado com apenas 21 anos. Muitos mercados ainda vão ser explorados por ele. Isso é marketing.


Fonte: ACS Canoas - Imprensa Ulbra

Related Posts with Thumbnails

VISITE OS BLOGS:

VISITE OS BLOGS:
CIA DE VENDEDORES

FILHOS PRÓDIGOS