Para movimentar e aquecer o setor de turismo online no país, a ViajaNet, agência de viagens online, lança sua marca e serviços no mercado e, para o trabalho de inserção, sustentação e fidelização junto ao e-consumidor, aposta 100% nas ações de marketing disseminadas no ambiente web e social media. A agência, que recebeu investimento de R$ 4 milhões do fundo de investimentos TIT (Travel Internacional Technology), para serem utilizados ao longo de cinco anos, iniciou sua campanha de marketing com ferramentas como: mecanismos de busca, email marketing, sites comparadores de preços, serviço de rede de conteúdo do Google que indexa os anúncios da marca em portais segmentados de viagem, além da presença em redes sociais. Um dos pilares do portal está baseado em ações de SEO (Search Engine Optimization), para maior alcance de público. A estratégia vai ao encontro de estar presente no momento da necessidade do internauta, quando este busca informações relacionadas a viagens e quer comprar suas passagens aéreas ou pacotes turísticos pela internet. Para Alex Todres, um dos Sócios Fundadores do ViajaNet, o investimento em mecanismos de busca é fundamental. “Você conquista o usuário em um momento específico, em que ele é o responsável pela busca da informação, sem propaganda invasiva. Nesse caso, o ROI (Return on Investiment) tende a ser maior”. Atualmente, 80% das visitas no portal são provenientes dos links patrocinados. Em 20 dias de operação, a agência já teve 100 mil visitantes únicos. A expectativa é chegar a oito milhões em um ano. “O tempo médio de visita tem surpreendido. Os internautas passam, em média, cinco minutos navegando no ViajaNet”, explica Todres. O site já recebe acessos internacionais de países como Portugal, Angola, EUA, entre outros. “O fato de estarmos na web possibilita uma capilaridade incrível”, avalia o executivo. Para facilitar a comparação de preços ao consumidor, o ViajaNet também selou parceria com o Mundi, metabuscador que permite a pesquisa de preços de hotéis, passagens aéreas, entre outros e auxilia o usuário a avaliar os valores praticados pelas agências de viagens. Em social media, a marca também está criando forte presença. Já possui uma página no twitter – http://twitter.com/viajanet - com 660 seguidores, uma página no Facebook e atualmente produz um blog, cujo objetivo é gerar o máximo de interatividade. Para impulsionar essa interação, o ViajaNet colocou no ar o Concurso Cultural “Viajando no Slogan” - www.viajandonoslogan.com.br -, com base no conceito web 2.0. A iniciativa premia o melhor slogan para sua marca criado pelos usuários que navegam em suas redes sociais. A ação visa interagir com os internautas e dá vazão a criatividade, uma vez que incentiva o público a gerar conteúdo para a marca. “Estamos num início de trabalho de inserção de marca. Estão previstos mais de R$ 1 milhão de reais que serão aplicados para as ações do ViajaNet junto ao mercado, e 90% dessa verba será totalmente dedicada as campanhas digitais”, completa Todres. Para desenvolvimento de todas as ações digitais, o ViajaNet montou uma equipe interna, com profissionais especializados em marketing online e criação. “Isso permite um controle muito maior das campanhas. Os números são analisados internamente e conseguimos ter a visibilidade do ROI de maneira ágil e mudar a estratégia, caso precisemos, também com rapidez. A iniciativa nos dá um poder de resposta maior. Ganhamos agilidade, redução de custo e mantemos a segurança das informações”, garante Alex Todres. Qui, 12 de Novembro de 2009 17:04 http://www.portaldapropaganda.com.br
16/11/2009
ViajaNet chega ao mercado com estratégia de marketing 100% digital
Gap de cabeça pra baixo em ação de marketing
Para promover seu novo programa de fidelidade no Canadá, intitulado Sprize, a Gap deixou tudo de “cabeça pra baixo” em uma loja na Robson Street, em Vancouver. O mote da nova ação da marca é deixar o varejo “sem chão”. A logo da porta da loja e dois carros também ficaram de ponta cabeça.
Agora sobre o programa, funciona assim: depois que a peça que você comprou entrar em promoção, é lançado um crédito em sua conta, que pode ser usado na Banana Republic, Old Navy e na própria Gap.
01/11/2009
Etiquetas da Levi’s em campanha social
A partir do ano que vem, as etiquetas nas roupas da Levi’s virão com uma recomendação a mais - doar a peça quando ela não estiver mais em uso - marcada com um destaque abaixo. A campanha é uma parceria com a organizaçao Goodwill e busca dar um fim mais adequado aos bilhões de quilos de vestuário que acabam parando nos lixões todos os anos. A novidade poderá ser vista a partir de janeiro nos EUA e mais tarde em escala global. in: http://promoview.com.br - 31/10/2009 - 7:10
ENTREVISTA COM CONRADO ADOLPHO - AUTOR DO LIVRO "GOOGLE MARKETING"
Africa do Sul pode abrir as portas ao agronegócio brasileiro
O formando em Administração da ULBRA, Stephen Carswell, focou seu trabalho de conclusão (TCC) nas relações internacionais para ajudar uma indústria gaúcha a vender a um país ainda pouco explorado: a África do Sul. O conceito de marketing muitas vezes é distorcido pelo público em geral. No entanto, a questão passa a se tornar preocupante quando a empresa quer ampliar o seu negócio e não tem o correto conhecimento do que é marketing, colaboradores preparados ou, pior, receio de prospectar mercados. O resultado é o projeto que, se implantado, vai garantir 20% a mais no faturamento da empresa brasileira. Em breve ele embarca para o Reino Unido, onde deixou mais de 500 concorrentes para trás e faturou a bolsa de estudos na Leeds University, uma das maiores faculdades de negócios do mundo. O TCC foi um desafio para esse irlandês de nascimento, que ainda criança veio com os pais morar no Rio Grande do Sul. A característica centrada do britânico pode ter sido um aliado no desenvolvimento do trabalho, pois já de saída Stephen nem imaginava qual empresa serviria de “cobaia”. Após o apoio de uma consultoria, chegou à pequena indústria do interior gaúcho, fabricante de peças para tratores e implementos agrícolas. O segundo passo foi convencer seus gestores a abrir as portas para a pesquisa. A ÁFRICA VAI PLANTAR MAIS - Com a permissão, Stephen fez um complexo estudo da empresa, seus clientes e diagnosticou um plano de marketing internacional. Se ela já exportava seus produtos para alguns países da Europa e América Latina, então onde estaria o novo mercado? O “insight” não demorou: África do Sul! “Há investimentos e a agricultura vem crescendo por lá. É um mercado com grande potencial e ainda pouco explorado”, comenta. Para ter essa certeza, o aluno da ULBRA passou a investigar profundamente o país da Copa de 2010. Entre os aspectos verificados estão a legislação e as características socioeconômicas do país. Stephen descobriu a carência no setor agrícola, após contatos com africanos ligados ao segmento, distribuidores de peças e fabricantes de máquinas e implementos. A partir desse levantamento, propôs um plano de marketing, que passa pela capacitação do quadro funcional da empresa gaúcha e posterior participação em feiras na África do Sul, desenvolvimento de site, folderes e outras ferramentas de divulgação. Após implementado, o projeto resultaria no acréscimo de 20% ao faturamento dos brasileiros. MESTRADO NA INGLATERRA – Mesmo satisfeito com a pesquisa e a conclusão do curso de Administração, Stephen quer aprender mais. Ele lamenta a inexistência de graduações brasileiras focadas em Marketing Internacional e deve retornar à Grã-Bretanha em algumas semanas. Entretanto, não irá para uma costumeira visita aos parentes irlandeses, mas sim à Inglaterra, onde na Ledds University obteve bolsa de estudos em uma das principais pós-graduações do gênero no mundo. A universidade britânica atrai 75 novos alunos a cada ano de países como China, Chipre, França, Gana, Grécia, Hong Kong, Índia, Japão, Jordânia, Coréia, Rússia, Taiwan, Turquia, Ucrânia e Reino Unido. Stephen se diz grato ao conhecimento adquirido na ULBRA e reivindica maior atenção das autoridades à educação no Brasil. “Na Europa nós começamos o ensino fundamental aos quatro anos e de maneira integral, com aulas de manhã e a à tarde”, comenta. Ele diz ter estranhado no início, ao se deparar com colegas de mais idade. “Aqui, por questões socioeconomicas, grande parte das pessoas só consegue obter formação superior mais tarde”, lamenta. Stephen vai começar o mestrado com apenas 21 anos. Muitos mercados ainda vão ser explorados por ele. Isso é marketing. Fonte: ACS Canoas - Imprensa Ulbra
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